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 No heroes - 17/03/00

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Yy
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MensagemAssunto: No heroes - 17/03/00   Sab Nov 12, 2011 1:58 am

(Primeira vez que tento um texto neste estilo. Significaria bastante pra mim que vocês testassem ler dentro do formato que eu desenvolvi pra ele. Se não estiver com tempo agora, sem pressa, leia outra hora em um local com headphones e tempo/internet para deixar a música carregar completamente.

Trilha do post: http://www.youtube.com/watch?v=N_bP3GD9fI8

Recomendo leitura pausada e iniciando junto à música. O post tem partes específicas para cada personagem. Tentei casar a mudança de cada parte com as mudanças de ritmo da música, e deixar guias para que saibam onde ela acompanha a parte de cada jogador, mas este é o tipo de "técnica" que eu só vi em narração offline, e estou pegando emprestada de um amigo para testar aqui. Seguem as instruções:

1- O post é muito mais sobre sentimento que fatos e narração em si. Se algo não ficou muito claro, continue lendo. Não há tempo para paradas.

2- Comece o post do começo, e evolua gradualmente nele até a parte do seu personagem. Tente se colocar na pele dos demais personagens enquanto estiver passando pelos trechos dedicados à eles.

3- Decore sua cor com antecedência. Não há tempo para ver se é você mesmo aqui ou acolá.

4- Eu fiz os textos pequenos o suficiente para serem lidos com calma e sobrar algum tempo até o próximo sinal. Espere os sinais da música para reiniciar a leitura, e ouvindo-os comece imediatamente. Como o ritmo muda em muitos dos sinais, eles ficaram bem claros na minha opinião.

Cores:
Sinais
Capris
Theron
Gail
Brian
Todos

5- Como o texto é uma experiência de leitura e som, eu agradeceria deixar programas que possam popar algo quietos durante a leitura. São só 5 minutos, vá ._.


Espero que gostem.

----------

[Rain...]

Enquanto gotas fracas se chocam com o vidro escurecido, você mexe no porta-luvas, pegando um cartucho extra de munição e alheia ao toca-cds do carro, alguma das músicas instrumentais de Marco iniciando...

[Primeiros acordes]

Você testa o encaixe da arma automática, finalmente contente com o resultado, e começa a ajeitar os equipamentos no casaco de couro pesado, próprio para sua linha de trabalho em dias de chuva... Mas algo diz que eles são peso inútil... Um sorriso quase infantil se desenhando em seus lábios.

Preparativos terminados, você começa a imaginar novamente os seres da última semana... saboreando o último minuto quieto da noite.


[Violinos entram]

Dentro de seu peito, a entidade parece querer tomar mais espaço, compartilhando a mistura de empolgação e nervosismo que o fim da fase de preparação te trás.

Com um olhar rápido para a trava do carro, você finalmente entende. Não é necessário esconder suas habilidades deles. Não é necessário se prender na imagem de cidadã normal e bem treinada. Não é necessário ser incompleta.

Consciente de seu desejo, a escuridão te engole, desfiando cada linha do seu corpo e carregando-a gentilmente pelas sombras formadas durante as trovoadas que cortam os céus impuros que envolvem o Fosso.



[Trovão]
----------
[Batida da música...]

[Inicio do vocal]


Twister pula à sua frente, o som que salta dos headphones de alguma forma quase sobrenatural conseguindo ser audível em meio à chuva fina, o vento e a velocidade.

Em uma pose dura, você mantêm o vôo seguindo os outros 2 elementos, a mente fixa no prédio à frente.

O vôo deixa as ruas irregulares do Fosso à mostra. Lá embaixo, em meio à becos e vielas, corpos encharcados tentam roubar algum calor do fogo que salta tímido dos barris, enquanto outros se dobram rendidos ao alívio imediato vendido nas ruas, procurando a proteção do frio que a cidade tem em um lugar que não é realmente deles.


[This ain't no place for a hero...]

Garotos sem idade para o tipo de peso que aguentam, prostitutas e todo tipo de violência permeiam as ruas. E você não tem o mínimo de autoridade para intervir nestas vidas.


[Go Home]

Você fecha os olhos ignorando-os. A missão de hoje pode trazer muito bem para eles

[...for a better man]
[This ain't no place for a hero...]

[Go home]

-------------

[Every time I close my eyes...]

Você abre os olhos, contemplando a chuva fina de cima do outdoor destruído. Ao seu lado, Katherine se mantêm imponente em uma armadura cinza, as gotas correndo pelas placas e refletindo a luz esverdeada como um caleidoscópio monocromático.

Lúcia olha vocês com olhos decididos, recebendo a resposta afirmativa de ambas e chegando mais perto... um leve toque em suas costas... e seus pés antes firmes abandonam a plataforma para um suspiro de queda livre.


[I can't see where you're comin' from]
[But I know just what you're runnin' from]


O toque telécinético te envolve, desviando as gotas de chuva em um padrão espiralado enquanto vocês vão em frente. E por um segundo você deseja que a decisão tática fosse estar junto dele.


------

[This ain't no place for a hero]

As gotas entram pela máscara, enquanto você se esforça para manter o ritmo lento de Twister na direção do prédio. Somente o tempo necessário para que os outros possam acabar de subir as escadas.


[This ain't no place for a hero]
Seus músculos se retezam mantendo a "corrida"... se os outros são lentos demais, eles que sofram as próprias consequências disso. Você é um Crossbone, não o escravo de um plano tático idiota.

Como uma criatura que se livra de amarras, você se projeta em um Spear, cortando milhares de gotas de chuva com o peito aberto e um sorriso há muito incomum no rosto. É possível sentir outros seres o imitando, como se o local do encontro tivesse se tornado um grande buraco negro.


[Go home]
--------------


O prédio cinzento mantêm-se regado pela chuva fina, e em menos de um segundo uma dezena de seres aparece em seu teto, saindo de sombras, caindo do céu, projetando-se com foguetes. Tomados pelo instinto coletivo de chegar, eles agora se avaliam, enquanto a rajada de chuva começa a tomar força.





Em meio a tensão formada pelos olhares se cruzando, a única comunicação verbal do local é a pixação no chão cinza, invisível aos olhos avaliadores de qualquer um dos participantes da reunião.
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[Fim da música]
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[NO HEROES]


Última edição por Yy em Dom Nov 13, 2011 9:52 am, editado 2 vez(es)
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Yy
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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Sab Nov 12, 2011 2:22 am

[Edifício Kaji-Dha, antiga "sede" da prefeitura de New Portrane. Desativado antes da inauguração, devido ao crescente vandalismo em Gordon Bay (Fosso) durante os anos em que a construção foi planejada. É um prédio cinzento e simples, possuindo um grande terraço com heliporto. No lugar da transferência, o resto do dinheiro que seria usado na obra foi usado na revitalização da sede localizada em Pilgrim Hill, em funcionamento até os dias de hoje.]


O topo do prédio é plano e sem adereços, recebendo a chuva fina enquanto a água é escoada pelas rachaduras nas laterais da pequena mureta de proteção. Existem paineis de vidro em alguns pontos, mostrando o andar de baixo que é escuro e tomado por insetos, a madeira podre aparecendo entre a iluminação de trovões.


Em um curto espaço de tempo, Brian desce cortando a chuva, os pés do velocista atingindo o prédio pesadamente, parte do cimento se trincando sobre o peso acelerado do Crossbone.

Do outro lado do local, o chão é castigado quase que no mesmo instante do pouso do homem mascarado. Com um toque de leveza, uma garota chega de maneira similar e para com os pés sem tocá-lo, as gotas de chuva girando em um padrão diferente ao seu redor, enquanto o chão parece estar sendo esmagado por uma força rotatória invisível, iniciando rachaduras no mesmo padrão espiralado das gotas que dançam em volta do corpo esguio da jovem.

Junto à jovem, uma garota se mantêm no ar, o corpo encolhido rodeado por gotas girando no mesmo padrão das que envolvem a parceira. No instante em que o chão parece parar de ceder e a garota de braço estendido o toca com os pés, a jovem gira sobre o próprio eixo e cai graciosamente, como se uma bolha que carregasse ambas tivesse sido estourada pela chuva.

Do lado do velocista, um homem completamente negro chega, pousando na mesma velocidade dos dois indivíduos e parando há centímetros do chão, o corpo firme mantendo-se ereto sem que o prédio seja castigado pela levitação estática. Do lado das garotas, um ser robótico aparece com um padrão de voo similar, os jatos de energia verde projetado por mãos e pés sendo interrompido ao fim do movimento, enquanto o corpo pesado se mantêm firme, os pés atingindo o solo com um baque surdo cortado pelo barulho de um trovão que projeta sua sombra sobre os indivíduos do outro lado.

Quebrando o padrão de chegada, uma terceira garota surge, despontando da sombra que se recolhe após a luminosidade momentânea do raio. O semblante aparentemente despreocupado combina com a entrada leve, o corpo saindo das trevas como uma modelo que sai de uma piscina em um anúncio. A jovem repousa as mãos no casaco de corte caro, parecendo chegar no momento de contemplação dos grupos.





Enquanto as gotas de chuva começam a tomar peso e velocidade, vocês tem um primeiro momento para se observarem, as posições devidamente marcadas, de forma pesada ou leve, durante a chegada.


De um lado, dois homens de rosto coberto mantêm-se quietos, o de máscara de caveira levantando-se para uma posição ereta enquanto o ser totalmente negro mantêm-se flutuando a alguns centímetros do chão. Após alguns segundos de contemplação, o homem de máscara se mantêm duro, como se esperando algo, enquanto o ser que flutua parece tomar outra forma, a parte da proteção que cobre o rosto se quebrando e revelando, sem que pedaços caiam, o rosto de um garoto não muito velho, mas já com traços definidos e olhos verdes, o cabelo castanho começando a ficar molhado com a chuva.


Do outro lado, a frente do grupo se encontra uma garota magra, com um rosto fino e um nariz quase longo demais para contribuir negativamente na aparência. Longos cabelos negros e encaracolados, uma mecha ruiva jogada para um dos lados do rosto e também começando a tomar a forma de cabelo molhado, como se só agora a chuva tivesse acesso à ele. O corpo pequeno é envolto por um casaco marrom e surrado, cobrindo o conjunto casual de camisa negra e jeans azul-escuro, fechando-se por cima do coturno.

Do lado da garota de casaco, o membro que estava sendo aparentemente carregado na bolha telecinética levanta o rosto, mantendo a posição agachada do pouso, uma das mãos firme no chão, com os dedos abertos, enquanto a outra repousa no joelho. Levantando o rosto, a garota revela olhos com íris de um roxo escuro, enquanto uma faixa firme protege a região do nariz e a boca, combinando com o resto do uniforme de Kunoichi, o reforço de couro escurecido em pontos vitais e uma malha cinza trançada dando flexibilidade e firmeza ao conjunto, descoberto enquanto o vento parece brincar com os cabelos esvoaçantes, de uma coloração rosa e escurecida pela chuva.


O androide de uma semana atrás permanece quieto como uma estátua, partes metálicas revelando somente algo que parece o pedaço de um rosto e os cabelos de uma mulher. Ao lado do ser, a garota da semana passada mantêm uma pose despreocupada, um longo sobretudo de couro tapando o corpo e protegendo-o da chuva, enquanto os cabelos molhados escorrem naturalmente pelo rosto sardento, dando um ar de menina peralta à mulher sem roubar-lhe o appeal, a inocência do rosto agradavelmente rosado misturando-se bem ao ar geralmente adulto que a garota parece passar.


4 elementos de um lado, 2 elementos de outro, e toda movimentação do local parece ser feita pela chuva, os membros dos "times" se encarando. Após alguns segundos que se arrastam na coleta de informações, a porta que leva ao andar de baixo é arrebentada, atraindo os olhares por um segundo mas não fazendo com que nenhum dos membros presentes saia da posição neutra. Do vão deixado, surge um homem de cabelos desgranhados, o rosto pintado no padrão de um esqueleto começando a ser lavado pela chuva, a expressão grave combinando com os músculos que a camisa amarela e surrada deixa à mostra.
De trás dele, surgem um segundo Punk, mais magro e mais alto, com um moicano azul e uma máscara corroida pendurada no cinto, e uma garota. Ao contrário dos outros ali, ela parece pequena, frágil, e é possível ver a respiração preocupada transformando-se em confiança para sustentar os olhares, um exercício que parece estar além do usual.



Observando o prédio agora com todos os membros, o andróide, antes o mais parado entre todos, gira o pescoço lentamente, o visor de uma coloração verde vívida parecendo registrar cada um dos presentes. Imitando o ato feito pelo homem de armadura negra, o capacete do ser solta ar pressurizado, enquanto engrenagens pequenas começam a girar na laterais. As placas de metal parecem entrar em vãos pequenos da armadura, e o rosto do ser é descoberto, revelando uma garota extremamente bonita, de traços delicados e um olhar cinzento e profundo percorrendo novamente os membros da reunião, detendo-se um pouco em cada. A pele branca parece receber bem a chuva durante o ato, e mesmo com a armadura cobrindo o corpo, é possível ver o ajuste de linguagem corporal do andróide para iniciar uma fala.




[Inicialmente, postar apenas pensamentos e impressão que cada personagem teve dos membros do time que não conhece.]
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Gail

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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Dom Nov 13, 2011 7:20 pm

Gail ergueu o corpo atlético e assumiu uma posição ereta ao lado de Lúcia. Tirou a a faixa do rosto e a usou para prender os cabelos que esvoaçavam sem controle. Quando terminou, olhou os presentes nos olhos, um a um, com exceção das duas mulheres com quem viera. O velocista mascarado lhe chamou a atenção em especial, mas evitou olhar particularmente para ele. Não queria ser óbvia e também não podia afirmar nada enquanto não visse seu rosto.

Por dentro, se sentia mais desconfortável do que gostaria de admitir, mesmo com todas as precauções, mas havia prometido à Katherine... e por mais diferente que ela fosse da menina que conhecera, ainda merecia que cumprisse sua promessa.

Mas por fora, seu olhar era calmo e sua expressão e postura transmitiam segurança. O rosto era de uma beleza clássica, mas, mais que isso, a garota alta de feições sérias tinha uma presença magnética. Procurou analisar os rostos e as posturas e gravá-los na memória. Aqueles eram os mutantes que viviam em sua cidade, era bom conhecê-los de perto.

"Sinto sua falta..." - pensou enquanto aguardava o primeiro movimento daquela estranha dança, esperando que a mensagem alcançasse seu alvo.
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Capris

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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Dom Nov 13, 2011 11:08 pm

*Gente demais, é a primeira coisa que Capris pensa. Pensava estar sozinha com poderes inexplicáveis... todos os daqui os têm? Não seria possível... seria?

Capris fita as pessoas ali. Olha para as pessoas com as quais ela veio - espera que os demais não pensem que ela convidou reforços... Olha pro barulho da porta espatifada e sente um alívio ao ver Napalm, embora não saiba nem nome nem alcunha dele. O odiou de início, porque ele a fez fugir como um ratinho, mas não poderia manter a raiva depois que ele tomou um ataque aparentemente mortal por ela. Agora ela vê bastante obviamente que o companheiro dele estava certo, que Napalm ficaria bem - e ficou, até demais, o maldito - mas ainda assim...

O rapaz voador. Tem carinha de bonzinho, e parecia ter um jeito inocente, pelo modo como agiu aquele dia. O mascarado... Capris vai fitando rostos parcamente conhecidos um por um, quase sem se mover, os olhos meio escondidos pela sombra causada pelos cabelos cheios, sombra essa que lhe dá um misto de segurança e desconforto. Capris, mais que qualquer criança assustada do universo, tem motivos pra temer a escuridão, por mais que possa enxergar perfeitamente nela.

E enxerga, e vê detalhes. Tenta reparar nas expressões das pessoas ali, ver se sua presença é indesejada, se a dos outros o é, quem está curioso ou ansioso ou temeroso ou com raiva. E fica só observando por um tempo.*
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Brian

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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Qui Nov 17, 2011 11:22 pm

Brian vê as garotas que chegam, duas conhecidas e duas desconhecidas. Ele não consegue evitar um sorrisinho safado, que passa desapercebido sob sua máscara de caveira. "Vejamos em qual delas eu vou investir... primeiro, hehe".

Com a entrada em cena de Napalm, a atenção de Brian é desviada por breves momentos, e tudo que ele consegue pensar é "Exibido". Mas sua atenção volta novamente para o público feminino do outro lado.

Quando a "robozinha" remove sua proteção facial, Brian mal acredita. Um rosto familiar em um ambiente hostil (mesmo que este ambiente hostil seja sua nova casa, já há algum tempo). Depois de tanto tempo, uma veterana da época de sua estada em Free Haven. "Katherine", ele pensa, recordando o nome. Embora os dois nunca tenham tido nenhum elo forte, mal pudessem se chamar de colegas, o velocista considera esta uma boa surpresa e ele abaixa a guarda um pouco, deixando seu lado antipático de lado momentaneamente. Ele remove a máscara em um movimento em uma velocidade que os outros presentes não são capazes de acompanhar com os olhos, pronto para cumprimentá-la.
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Theron Alistair

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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Sex Nov 18, 2011 12:09 am

"...que?"

"Não tem gente demais aqui não? Até a robociborgueandróide que catalizou a mudança naquela criatura tá aqui... e CACETE ELES TEM UMA NINJA!"


*Theron vira o olhar pra Brian, e mexe os lábios, sem soltar a voz: "Eles tem uma ninja!" e volta a encarar as pessoas*

*Após alguns segundos que se arrastam na coleta de informações, a porta que leva ao andar de baixo é arrebentada, atraindo os olhares por um segundo mas não fazendo com que nenhum dos membros presentes saia da posição neutra.*

"Bem barulhentos... e ela veio. Elise vai pegar uma gripe, certeza... mas hey, ela vai ver uma ninja!"

*E volta a olhar pra kunoichi, mas logo tem a atenção roubada pelas ações da andróide*
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Yy
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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Dom Nov 27, 2011 12:36 am

"É possível ver o ajuste de linguagem corporal do andróide para iniciar uma fala."

Katherine enche o peito, a voz começando a sair. Antes do início da fala, em um instante a máscara de um dos ouvintes some, como se tivesse se esfarelado na chuva.

Rolls:

1- Notice (Brian)
2- Charisma (Katherine)


Última edição por Yy em Dom Nov 27, 2011 12:37 am, editado 1 vez(es)
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Yy
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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Dom Nov 27, 2011 12:36 am

O membro 'Yy' realizou a seguinte ação: Lançar dados

'd20' :

Resultado : 7, 4
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Yy
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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Dom Nov 27, 2011 1:23 am

O efeito de um rosto conhecido parece ser maior na garota, que rompe a imagem de inatingível com um passo pra trás, os lábios movendo-se sem som e sinalizando "Brian?" em uma expressão incrédula. Parecendo se recompor do susto, ela recobra parte da pose, a fala mais fraca que o planejado sendo insuficiente para romper a barreira da chuva, agora torrencial.

Os membros se encaram, a chuva impossibilitando o diálogo. No meio tempo, o punk levanta o braço, sinalizando para os membros ire...

- Brian Stephens? - A voz de Lúcia vem quase em um tom de gargalhada, enquanto as gotas são repelidas e logo passam a girar em volta da cobertura, não atingindo mais vocês. - O que houve, a ração de Free Haven ficou cara demais? - Apesar da provocação, a pergunta vem em um tom amigável, um sorriso simpático se estampando no rosto antes tenso da jovem, o esforço de manter a chuva longe não parecendo tomar mais atenção do que o de se manter de pé.

[Info para Brian]
[Lúcia, também membro do antigo domo pertencente ao Reitor, porém de uma turma mais nova e com menos contato com Ramis do que o time que Brian integrava, normalmente andando em conjunto com o irmão. Após um acidente com sanduíches e ração, ela foi a primeira princesa a inverter o padrão de ser importunada e fazer piadas com o velocista, não deixando nenhuma provocação sem resposta. Mesmo sem muito contato, a rivalidade ocasional parece manter um padrão amigável na jovem, um laço ocasional e mais fraco que o pouco que o Crossbone criou com a maior parte da antiga equipe. Lúcia pode brincar e se divertir alguns minutos conversando com Brian, mas nenhum dos dois se desviaria demais do próprio caminho para auxiliar o outro.

Da época de Free Haven, a garota possuia uma habilidade telecinética fraca, geralmente utilizada em conjunto com o irmão, que manipulava ar ou algo assim, para uma técnica de "vento cortante". Possivelmente menos efetiva do que cada um pode conseguir atualmente, no caso dos poderes deles terem se desenvolvido metade do que os seus cresceram].

Do vão da porta, Napalm e Elise olham Brian com curiosidade. É política da gangue que ninguém deve informação da vida anterior à ninguém. Mesmo nunca tendo sido cobrada, a menção de Free Haven é novidade para ambos.

- Você deve ser ainda pior do que o resto, se consegue ficar feliz de ver o 13... - Napalm avalia a garota enquanto fala, o apelido de 13 substituindo "franguinho" para evitar que um companheiro de gangue seja desmoralizado em campo. - Mas pelo que eu entendi, quem ensaiou na frente do espelho não foi você... - Os olhos do punk saltam de Lúcia para as outras integrantes da equipe. Selvagens, eles encaram Gail, segunda estranha no local, deslizando para Capris com a mesma violência seca imprimida e repousando em Katherine, agora recuperada do susto de rever um companheiro do nada e sustentando o olhar com dignidade.


Lúcia também sustenta o olhar de Napalm, que sacode o cabelo desgrenhado e pouco coberto pela chuva, o corpse paint escorrendo pelo rosto. Com a menção de Elise tamém parecendo querer manter a conversa em um tom amigável, o punk solta uma baforada de ar como um cachorro que acabou de arrancar carne de algum lugar, o corpo descansando no vão da porta com os braços tensos e uma expressão fechada. Indiferente, o segundo punk senta no chão, do tipo "lá vem a história".


Recobrada do susto e da desistência de intimidação por parte do punk, Katherine finalmente encontra espaço para falar.

- Eu sou Katherine, herdeira de uma das maiores indústrias bélicas da europa e antiga... companheira de Brian, junto à outros. E vocês são...? - Os olhos da garota percorrem as pessoas, enquanto em dois passos ela se posiciona de forma a ter todos dentro do raio de visão.


[PS: Theron, você continua não entendendo nada que a Kath fala]
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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Dom Nov 27, 2011 1:53 am

*Aaaah... tava boa a chuva. Ao menos sem ela fica melhor de conversar. Capris observa a cena, cada vez mais se sentindo a estranha no ninho, uma alienígena naquele local, agora que membros dos dois lados se reconhecem e ela continua tendo nenhuma relação com eles além de uma batalha contra um ser gosmento.
A roupa molhada pregando ao corpo não parece incomodá-la, como se ela nem a sentisse. Só a incomoda quando ela muda de base nos pés e dá uns passos prum lado qualquer, o sobretudo ensopado lhe atrapalhando as pernas.
Não se digna a responder a pergunta de Katherine. A russa sabe quem ela é mais do que qualquer outro ali - e torce que permaneça assim, Capris acha melhor não saberem da família dela por enquanto.*
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Theron Alistair

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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Dom Nov 27, 2011 12:15 pm

"Sério? Eles conhecem essa galera? ELES DEVEM CONHECER A NINJA TAMBÉM! \o/"

"...e malditos robôs e andróides ¬¬ por isso que eu gosto de ciborgues, pelo menos o cérebro é humano."


*Como não tem muito o que dizer na conversa entre os dois "amigos", Theron "senta" no ar, cruzando as pernas. Apóia o braço na perna e a queixo na mão e fica assoprando as mechas de cabelo pra fora do rosto sem muito sucesso. A água parou de cair, mas ainda estão molhadas. Emburra*
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Gail

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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Dom Nov 27, 2011 10:20 pm


Gail não se surpreendeu tanto quando viu Brian. Já havia considerado a possibilidade quando havia visto o velocista mascarado, por isso foi fácil esconder suas emoções quando ele subitamente mostrou o rosto. Mas não pôde deixar de abrir um sorriso discreto quando Lúcia perguntou da ração.

O sorriso morreu logo com os comentários e a pose do punk encrenqueiro. A garota de olhos violeta sustentou o olhar sem medo. Não desgostou do punk de imediato, sentiu que em algum nível eles eram parecidos, apenas lidavam de maneira diferente com o mesmo sentimento.

- Meu nome é Alex - a ninja disse num tom amigável, acompanhando o movimento da garota-robô para também ver melhor a todos no círculo. - E, ao contrário de Katherine, não sou herdeira de uma das maiores indústrias bélicas da Europa - acrescentou, brincalhona. - De todos vocês, conheço apenas a Katherine e a Lúcia aqui - indicou a garota de mecha ruiva com a cabeça. - Interessante saber que há tantos outros mutantes na cidade - finalizou, se calando para que outro tivesse a oportunidade de falar também.

"Jake, se tiver alguma informação muito importante, sou toda ouvidos." - o tom mental sério, constratando com as palavras recém-ditas.

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Brian

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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Seg Nov 28, 2011 12:45 am

Brian não reconheceu Lúcia no primeiro momento, só se dando conta quando ela abre a boca para tirar sarro da sua cara. Quando Lúcia faz sua brincadeira, tudo que Brian faz é rir, bastante, e dizer:

-Princesa, você cresceu!

Realmente, ela parece diferente de como ele se lembrava dela. Esse encontro fica cada vez mais com cara de nostalgia, pelo menos para ele.

Depois que Alex se apresenta, Brian se pronuncia:

-Realmente estou achando que eu dispenso apresentações aqui, mas, não tou fazendo nada mesmo... Brian Stephens, mas podem me chamar de Treze. -Ele se vira em um movimento rápido para mostrar a arte feita nas costas de sua roupa negra. A roupa que ele e seus colegas de Free Haven costumavam usar foi modificada para ostentar um símbolo, um número 13 em chamas.- Chegaram a pouco tempo aqui? Não estranhem a bagunça, não sabia que vocês vinham, não deu tempo de arrumar. -Ele brinca a respeito do caos que é esse bairro barra-pesada. Então ele conclui- Mas não se assustem, vocês estão sob minha proteção aqui.
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Capris

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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Seg Nov 28, 2011 12:50 am

-Uau, não é todo dia que se ouve uma dessas.
*Capris ri, indo mais pro lado de Theron, que parece estar tão boiando quanto ela, mas vai falando com todos enquanto isso*
-Eu sou Capris. Alguns de vocês já sabem, se é que lembram. Podem me chamar de Capris mesmo, NÃO podem me chamar de princesa. *Ela volta a rir, parecendo mais zuar do que dar ordem ou fazer pedido nisso*
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Brian

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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Seg Nov 28, 2011 7:48 am

-Ok... Não-princesa! -Brinca no mesmo tom.
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Theron Alistair

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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Seg Dez 05, 2011 12:41 am

*Brincando/secando o cabelo molhado, sussurra esperando que a chuva cubra sua voz:*

-Theron Alistair.

*E volta ao seu passatempo; nunca se deu bem em atividades de grupo.*




[obs: a propósito, a voz de Theron sempre sai no idioma e sotaque mais familiar ao ouvinte]
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Yy
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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Sab Dez 10, 2011 2:18 am

De dentro do vão deixados pelos punks, a garota gótica sai. Baixinha, magra, com cabelos pintados de um ruivo vívido contrastando com as roupas escuras, um combo de jeans folgado e uma camisa negra de banda. Mesmo não limitando movimentos, é o tipo de uniforme pouco comum para combate em alto nível.

Rouca, ela eleva a voz, os olhos correndo entre os joelhos dos presentes:

- Eu sou Elise... esses são Razor, Napalm e... Twister - Do vão do prédio, mais um membro sai, portando uma máscara igual à que Brian usava, porém de cabeça para baixo e com um grafite espiralado. O corpo, menor até que o da garota, é coberto por um casaco pesado, pés e mãos com sapatos e luvas de um vermelho envelhecido, próprias para salto e corrida mesmo em superfícies escorregadias. Das orelhas, dois fios brancos penetram os cabelos negros, até o ombro, soltando alguma batida de música alta o bastante para que vocês possam ouvir.

[Theron e Brian estavam acompanhando-o mas aceleraram no último segundo. Com a inclusão da bolha telecinética no teto ele possivelmente arrebentou uma das janelas dos andares abaixo e terminou subindo as escadas.] - Ele está conosco - Elise diz, a falta de trato social eliminando a possibilidade de exibir a linha de raciocínio da garota.


- Lúcia. - A garota no sobretudo surrado levanta uma das mãos, andando até a proteção lateral de uma das paredes e sentando-se. - E agora que todos somos amigos do peito, podemos ouvir a Katherine, sim?


A garota androide, agora sem máscara, acente com um agradecimento para Lúcia. Parecendo preparar algo difícil, ela se agacha, não mantendo o olhar de nenhum dos membros e parecendo contar a história mais para si mesma.


- Há 1 ano atrás, um grupo de terroristas sequestrou Iulya Romanov - Ela diz, tomando ar para continuar a narrativa. - Minha mãe.

A garota pausa, retomando a postura de pé e sustentando os olhares. Mesmo os punks ficam quietos perante a revelação.

- E desde então eu tenho sido chantageada, por todo tipo de método, a fazer o trabalho científico deles. De lá pra cá, uma parte de meu tempo foi para projetos, desenhos e otimizações. E, na esperança de conseguir uma forma de detectá-los, eu mantive a prestação de serviço em uma base aceitável, não passando tecnologia além do esperado à um cliente que contratasse a empresa legitimamente, sob a proteção de uma suposta ignorância deles quanto às minhas reais capacidades.


Katherine mantêm o monólogo com dignidade, esperando que todos absorvam o que está sendo dito.

- A última ocupação que me passaram foi uma fórmula, dedicada à limitar os poderes de Karloth e voltá-lo à normalidade... ao que parece, a criatura já foi um ser humano normal que se sujeitou ou foi forçado à um experimento que o tornou naquilo. Eu somente ampliei a parte mecânica de injeção e penetração para o líquido que deveria normalizá-lo, não pude recolher uma amostra para estudo devido à constituição do recipiente, retirar algo dali contaminaria a mistura... De qualquer forma, não sei se matá-lo foi um side-effect não calculado ou o objetivo.


- Esse era o último passo da chantagem. Me perdoem se até o momento eu não quis conversar e sai imediatamente após o combate mas... minha mãe esteve nas docas de New Portrane, em um container... e desta vez havia material genético em abundância para confirmar a presença dela ou o fato que alguém queira que eu acredite que ela foi trazida pra cá... mas os traços eram de 3 dias antes do combate, ela foi removida por eles ou terceiros, e eu não fui mais contactada.



- A empresa que parece ter contratado-os chama-se Workasmat, e trabalham com melhoramento genético... preciso da ajuda de vocês para o caso de um assalto, e posso pagar o preço que for necessário à cada um. Mas, antes disso, meu objetivo é encontrar minha mãe e, somente na necessidade, forçar um embate.


A garota se fixa em Brian, parecendo querer que ele acompanhe a próxima parte do raciocínio, bastante óbvia para alguém que atuou com a equipe antiga.

- Para isso, eu preciso do Ruecian. - Ela diz, determinada. - E, para ter a colaboração de Ruecian, antes de ir atrás dele precisaremos de Marco*.



O fluxo de informações cessa, e a garota novamente espera algum posicionamento de vocês. Para Theron, a andróide parou no meio das pessoas e começou uma sequência de sons incomprensíveis, que os outros parecem entender e ouviram com expressões sérias em suas faces, algo raro se tratando dos arruaceiros que o acompanharam.



[*Marco - Um dos membros do chamado projeto Apocalypse, chegou a enfrentar o antigo grupo de Free Haven, sendo resfriado por uma manobra de Osaki e, acidentalmente, fundindo-se à Ruecian durante um período de tempo. Até a época do desbande do grupo, semanas depois, os dois ainda compartilhavam o mesmo corpo.]


Última edição por Yy em Dom Dez 11, 2011 10:33 am, editado 1 vez(es)
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Theron Alistair

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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Sab Dez 10, 2011 12:42 pm

*Franze a testa, forçando os olhos na robô. Não sabe porque, mas acha que de algum modo isso ajudaria ele a entender. Ainda sentado no ar -agora com as pernas em borboleta- Theron vai flutuando em direção à Elise (talvez a única ali que ele se importaria em incomodar)*

*Sussura:*


-Elise... você pode... traduzir pra mim?

*Sem tirar a vista forçada da robô*

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Yy
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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Dom Dez 11, 2011 10:55 am

Elise, com os olhos fixos em Katherine e uma expressão genuinamente preocupada, trava o corpo e arregala os olhos ao notar Theron flutuando na visão periférica. Felizmente, emitir sons não combina com a garota, que parece incapaz de gritar mesmo com sustos. Ainda tentando dividir a atenção entre o relato e o sujeito flutuante, ela ouve sem entender o pedido, franzindo a testa com uma expressão de "Say What??".

Vendo o esforço de Theron, ela, ainda sem entender, se aproxima dele e sussurra ao fim de cada fala o que foi passado de informação, não falando junto de Kath. A voz naturalmente para dentro transformada em sussurro sai quase inaudível, fazendo com que o homem voador tenha que mudar o foco de esforço de visão para audição durante os relatos.

- Ela é uma antiga companheira do Brian - Ela diz, na segunda parada de Katherine, resumindo a informação do que foi falado no meio tempo em que Theron veio fazer o pedido, e não falando nomes de gangue por não ter muito costume e saber que todos ali conhecem o nome verdadeiro do velocista. - E teve a mãe sequestrada há mais ou menos um ano atrás, os sequestradores exigindo trabalhos em troca da segurança dela... - A garota interrompe o relato, ouvindo a próxima parte do que Katherine tem a dizer.

- Os sequestradores tinham alguma ligação com aquela gosma cheia de ossos, ela recebeu aquele líquido esquisito e projetou a máquina pra injetar ele. - Outra pausa enquanto Katherine, aparentemente não notando o diálogo quase mudo de Elise e Theron, continua.

- E parece que ela fez tudo com pressa porque trouxeram a mãe dela pra cá, mas não entregaram... Ela quer bater de frente com a empresa agora... precisa de força porque mexem com melhoramento genético.


Nesse ponto, a "andróide" vira-se para Brian, parecendo destinar a fala especificamente para ele.

- Ela mencionou um Ruecian e Marco, acho que dois companheiros deles... - A garota diz, desencostando o rosto do ombro de Theron em um momento que parece ser de resposta dos demais presentes.



------------------------------------
[Gail]

"Nada que eu possa detectar nos andares de baixo, vocês possivelmente estão sozinhos ou algum deles consegue ser invisível para mim como a Katherine. Estou evitando sondar mentes em específico, pode ser que algum deles tenha meios de me detectar. Por agora estou com os seus sentidos emprestados, se você quiser que eu vasculhe alguém, só falar."



Rolagens - Jake (Telepatia)


Última edição por Yy em Dom Dez 11, 2011 2:05 pm, editado 2 vez(es)
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Yy
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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Dom Dez 11, 2011 10:55 am

O membro 'Yy' realizou a seguinte ação: Lançar dados

'd20' :

Resultado : 19
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Yy
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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Dom Dez 11, 2011 10:59 am

[Gail]

"O garoto com a armadura negra possui alguma habilidade mental inconsciente... é como se ao falar ele estivesse se conectando à menina do lado mas... parece que nem ele mesmo sabe que está fazendo isso ou já se acostumou tanto que não faz esforço nenhum. E ele também não consegue estabelecer um laço com Katherine, ao falar o nome automaticamente ele deixou um traço muito leve de psiquismo em todos vocês, mas parece não ter nenhum efeito além de transmitir a informação..."

[Os pensamentos do post anterior vieram antes da fala de Katherine, e esses em uma das pausas. Após o término da mutante, Jake completa a o pensamento no primeiro instante de resposta que vocês tem.]

"Filtrando o laços, ele se comunica mentalmente. A fala não tem NADA de parecido com inglês ou qualquer idioma que eu já tenha esbarrado..."
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Capris

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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Dom Dez 11, 2011 7:43 pm

*"Poxa, mas era pra ser uma reunião pra conhecer o pessoal, não pra..."
Capris ouve. E ouve. "Espera, ela disse mãe?"*

-Bem, creio que vou ter que arrumar uma desculpa pra explicar a viagem misteriosa prolongada pro meu pai.
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Gail

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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Seg Dez 12, 2011 12:50 pm

"O garoto com a armadura negra possui alguma habilidade mental inconsciente... é como se ao falar ele estivesse se conectando à menina do lado mas... parece que nem ele mesmo sabe que está fazendo isso ou já se acostumou tanto que não faz esforço nenhum. E ele também não consegue estabelecer um laço com Katherine, ao falar o nome automaticamente ele deixou um traço muito leve de psiquismo em todos vocês, mas parece não ter nenhum efeito além de transmitir a informação..."

"Isso é bem estranho..." - Gail voltou o olhar para o garoto ao lado da menina tímida e focou num ponto entre os dois para ouvir o que estavam conversando. Talvez, se ele não soubesse que ela estava ouvindo, ela conseguiria ouvir o que Jake ouvia?

"Filtrando o laços, ele se comunica mentalmente. A fala não tem NADA de parecido com inglês ou qualquer idioma que eu já tenha esbarrado..."

"Será que esse garoto é mesmo humano?" - perguntou, evitando a vontade de mirar Theron Alistair minuciosamente de cima a baixo.


Última edição por Gail em Seg Dez 12, 2011 10:23 pm, editado 1 vez(es)
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Brian

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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Seg Dez 12, 2011 8:57 pm

Brian sorri, com aquele seu sorriso perverso, "encapetado".

-Isso tá com cara de que vai ser divertido. Me lembra os velhos tempos... só que dessa vez vai ser divertido!
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Gail

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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   Seg Dez 12, 2011 10:46 pm

- Eu já estou dentro! - ergue a mão, um sorriso divertido no rosto também.
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MensagemAssunto: Re: No heroes - 17/03/00   

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No heroes - 17/03/00
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